Gengivas a sangrar. Mau hálito. Dentes a parecer mais compridos. O problema está na gengiva e/ou no osso — e tem solução.
A doença periodontal é silenciosa. Avança sem dor e, sem tratamento, pode levar à perda dos dentes. Quanto mais cedo for tratada, melhores os resultados.
A doença periodontal começa com inflação das gengivas e, com o tempo, destrói o osso que suporta os dentes. Sem tratamento, os dentes ficam com mobilidade, podendo haver a sua perda — mesmo que nunca tenham tido cáries.
O problema é que evolui em silêncio. A maioria das pessoas só percebe quando o dano já está feito. Com tratamento atempado, na maioria dos casos é possível travar a progressão e manter os dentes por muitos anos.
Cada caso é avaliado individualmente. Há situações que se resolvem com uma limpeza profunda, outras que precisam de cirurgia. Explicamos sempre o que está a acontecer e qual o caminho mais indicado.

Com o tempo, a placa bacteriana que não é removida pela escovagem endurece e transforma-se em tártaro. O tártaro não sai em casa — só é possível removê-lo com aparelhos ultrassónicos durante uma consulta.
É um procedimento rápido, indolor e essencial para a saúde das gengivas. Previne a inflação, reduz o mau hálito e é o primeiro passo para tratar a maioria dos problemas gengivais.
Quando se aplica: qualquer pessoa com tártaro visível, gengivas que sangram na escovagem, mau hálito persistente ou em consulta de higiene de rotina.

Quando a gengiva recua, a raíz do dente fica exposta — e com ela aparecem sensibilidade ao frio e ao calor, maior risco de cáries na raíz e um aspeto estético que muitas pessoas não gostam.
O enxerto gengival usa tecido retirado do próprio doente para cobrir a raíz exposta e devolver a proteção que a gengiva perdeu. O resultado é duradouro e o aspeto fica natural.
Quando se aplica: recessão gengival visível, sensibilidade na zona cervical dos dentes ou raízes expostas identificadas em consulta.

Quando a doença periodontal avança, as bactérias instalam-se abaixo da gengiva, nas bolsas que se formam à volta das raízes dos dentes. A raspagem remove esse depósito em profundidade — onde a escova não chega.
O alisamento radicular alisa a superfície da raiz para dificultar a nova acumulação de bactérias. Juntos, estes dois procedimentos são o tratamento principal para a periodontite e permitem, na maioria dos casos, evitar cirurgia.
Quando se aplica: pessoas com diagnóstico de periodontite, bolsas gengivais profundas ou perda de osso detetada em radiografia.
A primeira consulta serve para perceber o estado das gengivas e definir o melhor caminho. Tratamos com rigor — e explicamos tudo ao longo do processo.

Avaliamos o estado das gengivas: medimos as bolsas, analisamos as radiografias e percebemos o grau de inflamação ou de perda óssea.

Explicamos o que está a acontecer de forma clara e definimos o tratamento mais adequado ao seu caso. Sem jargão, sem surpresas.

Realizamos a destartarização, a raspagem ou o enxerto, conforme indicado. Usamos anestesia local sempre que necessário para que o procedimento seja confortável.

Damos instruções detalhadas para a recuperação em casa e acompanhamos a evolução nas semanas seguintes.

Verificamos os resultados e definimos um plano de manutenção periódica para preservar as gengivas saudáveis a longo prazo.

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© Todos os direitos reservados. 2026. Dr.ª Vera Cláudia Castelo.
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